sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O retorno inesperado de Jimmy Swaggart.

A Rede de Televisão SONLIFE de JIMMY SWAGGART, já está disponível em São Paulo, Brasil, Canal 57.1

Jimmy Lee Swaggart nasceu 15 de março de 1935, em Ferriday. Ministrando a Palavra sob a unção do Espírito Santo, pregou aos estádios cheios de multidões a capacidade de todo o mundo e pioneiro televangelismo através de sua emissão semanal. Na década de 1980, sua programação de televisão transmitido para mais de 3.000 estações e sistemas a cabo inúmeras cada semana. Os programas do Reverendo Swaggart eram vistos por mais de 8 milhões de pessoas nos Estados Unidos e mais de 500 milhões de pessoas em todo o mundo, tornando-se a comunicação de massa mais difundidora do Evangelho na história!

 Jimmy Swaggart começou seu ministério de televisão em 1975 e continua até hoje, mais de 33 anos mais tarde, transmitido para uma audiência potencial de mais de 80 milhões de euros. O semanário Jimmy Swaggart e Telecast A Study in the Word são vistos por todo o país e no exterior em 78 canais em 104 países e ao vivo pela Internet.

terça-feira, 3 de setembro de 2013


Nestes dias, sinto-me compelido a revisar novamente as verdades elementares do Evangelho. Em tempos de paz nós podemos nos sentir livres para fazer passeios em distritos interessantes da verdade, que ficam em lugares longínquos, mas agora temos que ficar em casa, e guardar os corações e os templos da igreja, defendendo os primeiros princípios da fé. Nesta era, têm surgido dentro da igreja homens que falam coisas perversas. Há muitos que nos perturbam com suas filosofias e “interpretações de romance”, pela quais eles negam as doutrinas que professam ensinarem, e minam a fé que prometeram guardar. É bem que alguns de nós, que sabemos o que cremos e que não temos nenhum significado secreto em nossas palavras, devamos apenas firmar nossos pés e manter nossa posição, segurando firmemente a Palavra de vida, e declarando nitidamente as verdades do Evangelho de Jesus Cristo.

Charles Haddon Spurgeon

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Fundador do protestantismo foi um dos responsáveis pela concepção de ensino público que serviu de modelo para a escola moderna no Ocidente.

Foi de Lutero a ideia de dividir a educação em três grandes ciclos (fundamental, médio e superior).
Frase de Martinho Lutero: 


“Quando a escola progride, tudo progride” 




Martinho Lutero nasceu em 1483 em Eisleben, norte da Alemanha. Seus pais queriam que fosse advogado,mas ele procurou formação num mosteiro em Erfurt. Aos 25 anos, foi para a Universidade de Wittenberg, onde se formou em estudos bíblicos. Numa viagem a Roma, ficou escandalizado com os costumes do clero. Ao voltar, iniciou carreira de professor e pregador, sob proteção do príncipe Frederico, o Sábio. Em 1517, Lutero publicou suas 95 teses teológicas. Quatro anos depois foi excomungado pelo papa Leão X e reafirmou suas convicções perante os governantes alemães, na Dieta 
(reunião parlamentar) de Worms, de onde saiu proscrito. Após um ano refugiado, sob proteção de amigos, retomou a vida religiosa em Wittenberg. Em 1525, casou-se com a ex-freira Katherina von Bora. Nas duas últimas décadas de vida, ganhou prestígio popular, enquanto o apoio dos governantes variava com as circunstâncias. Em 1546, morreu durante visita a sua cidade natal. 



Movido pela indignação e pela discordância com os costumes da 
Igreja de seu tempo, o monge alemão Martinho Lutero foi o responsável pela reforma protestante, que originou uma das três grandes vertentes do cristianismo (ao lado do catolicismo e da Igreja Ortodoxa). O nascimento do protestantismo teve profundas implicações sociais, econômicas e políticas. Na educação, o pensamento de Lutero produziu uma reforma global do sistema de ensino alemão, que inaugurou a escola moderna. Seus reflexos se estenderam pelo Ocidente e chegam aos dias de hoje. 



A idéia da escola pública e para todos, organizada em três grandes ciclos (fundamental, médio e superior) e voltada para o saber útil nasce do projeto educacional de Lutero. “A distinção clara entre a esfera espiritual e as coisas do mundo propiciou um avanço para o conhecimento e o exercício funcional das coisas práticas”, diz o pastor Walter Altmann, presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.


Venda de indulgências

Embora nunca tivesse planejado uma cisão na Igreja, Lutero dedicou a maior parte de sua vida à polêmica doutrinária em torno da fé cristã. Sua produção intelectual foi intensa e erudita, e seus atos, graças ao surgimento da imprensa e do clima de descontentamento social, ganharam vasta repercussão. Apesar da complexidade do cenário, pode-se identificar dois fatores que desencadearam a dissidência de Lutero. 


O primeiro foi à venda de indulgências pela Igreja. Segundo esse costume, que se iniciou na última fase da Idade Média, os fiéis podiam comprar, de um representante do clero, parte da absolvição de seus pecados. A prática era oficial, aprovada pelo papa e vinha acompanhada de um ritual solene. O comércio de indulgências representava uma espécie de resumo do que havia de mais condenável no comportamento da Igreja daquele tempo: ganância, ostentação, arbitrariedade e mundanismo. As deturpações do cristianismo incomodavam os poderes locais e repugnavam os intelectuais. 



Lutero sempre havia pregado contra as indulgências, mas o que o levou a realizar um protesto público, em 1517, foi a venda de uma indulgência especial, que oferecia privilégios específicos, lançada pelo Vaticano para financiar a reconstrução da Basílica de São Pedro. Contra ela, Lutero elaborou 95 teses, criticando as práticas eclesiásticas, e afixou-as na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg. Foi o início do conflito entre o monge alemão e a autoridade papal.

Uma nova classe

A segunda grande inquietação de Lutero tinha origem doutrinária e o atormentou durante seus anos de formação. Ele não aceitava o princípio, então dominante no cristianismo, de que a justiça divina se manifestava, no plano terreno, como um julgamento dos atos dos homens. Para Lutero, isso produzia medo e tornava praticamente impossível o sentimento espontâneo de amor a Deus. A indignação de Lutero só se dissipou quando, ao interpretar os Evangelhos, concluiu que os homens vivem por uma graça de Deus e que a justiça divina é revelada pela leitura das escrituras, de modo passivo e independentemente dos méritos ou ações de cada um durante a vida. Foi o que se tornou conhecido como doutrina da salvação pela fé. 


A reivindicação de liberdade para interpretar a Bíblia tornou-se não só um dos pilares da reforma protestante como o princípio fundador do projeto educacional de Lutero, que valorizou a alfabetização e o ensino de línguas – e, mais importante, pregou o acesso de todos a esse conhecimento. Os renovadores religiosos defendiam a formação de uma nova classe de homens cultos, dando origem ao conceito de utilidade social da educação. 



Lutero tinha um projeto inovador, mas abominava a possibilidade de se tornar porta-voz de qualquer idéia ou ambição revolucionária. Mesmo assim, o surgimento do protestantismo foi ao encontro dos desejos da classe economicamente emergente de comerciantes, para quem a educação representava uma possibilidade de aceitação e ascendência social. Nas primeiras décadas do século 16, o Sacro Império Romano-Germânico era um mosaico de principados mais ou menos independentes. Os interesses político-econômicos do imperador, da Igreja e dos príncipes emperravam uns aos outros. Os príncipes, menos obrigados ao poder papal do que o imperador, viram em Lutero uma possibilidade de se afirmar politicamente contra a autoridade central e de contestar os direitos da Igreja sobre riquezas que se encontravam em seus territórios. 



O fato de Lutero não acreditar que a salvação da alma estivesse vinculada às ações durante a vida não implicava descaso pelas coisas mundanas. Ao separar as esferas do poder espiritual e do poder temporal, o líder religioso alemão atribuía ao último a responsabilidade de administração da vontade de Deus – por isso a obediência civil seria um dever moral e a rebelião um pecado. “A ligação entre os dois mundos é a fé, porque os que crêem são também vocacionados para servir o próximo na sociedade”, afirma o pastor Walter Altmann.


Instrução para fortalecer a cidade

Tão importante quanto Lutero para a educação foi Philipp Melanchthon (1497-1560). Durante o período que Lutero passou impedido de se manifestar publicamente, Melanchthon foi o porta-voz da causa reformista e se encarregou de reorganizar as igrejas dos principados que aderiram ao luteranismo. Esse trabalho resultou no projeto de criação de um sistema de escolas públicas, depois copiado em quase toda a Alemanha. A reforma da instrução era uma das principais reivindicações das camadas mais pobres da população, insatisfeitas com as más condições de vida e com o ensino escasso e ineficaz oferecido pela Igreja. Esses foram alguns dos motivos da revolta armada dos camponeses, sangrentamente reprimida em 
1525. Tanto Melanchthon quanto Lutero viam na educação um assunto do interesse dos governantes. “A maior força de uma cidade é ter muitos cidadãos instruídos”, escreveu Lutero. Para isso, foi criado um sistema que atendia à finalidade de preparar para o trabalho e à possibilidade de prosseguir os estudos para elevação cultural. O currículo era baseado nas ciências humanas, com ênfase na história.


Para pensar

A criação de uma rede de ensino público foi planejada pelos reformadores luteranos a pedido de governantes que perceberam a urgência de oferecer instrução ao povo. O interesse dos príncipes era fortalecer seus domínios num tempo de constantes hostilidades entre os Estados. “Lutero argumentou que o dinheiro investido em educação seria menor que o gasto com armas e traria mais benefícios”, diz o pastor Altmann. E você, que argumento utilizaria, hoje, a favor da educação para todos?

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/martinho-lutero-307574.shtml

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A Importância da Humildade - 3° Parte.

O Maior seja o Menor
Por Guilherme M. Damasceno
“E houve também entre eles contenda, sobre qual deles parecia ser o maior. E ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve. Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve.”  Lucas 22:24-27.
Após a ceia de páscoa, ainda no cenáculo com seus discípulos, ao termino da celebração de fraternidade e comunhão, houve entre os discípulos de Jesus discórdia em relação entre qual deles parecia ser o maior, Jesus então os repreendeu, denotando o exemplo dos reis absolutistas que dominavam e exerciam autoridade sobre os povos, sendo reconhecidos e admirados como benfeitores, no entanto entre eles não ocorreria da mesma forma, mas aqueles que almejavam alguma posição de honra deveriam se submeter à humilhação; Aquele que exercia governo apesar da autoridade de sua posição, deveria ser como um serviçal, é através desta exemplificação que Jesus expõe a lógica humana que julga que o maior é o que esta em evidencia na mesa sendo servido e o menor seria aquele que serve, porém Ele sendo o Maior não foi servido, mas teve o prazer de servir, ser naquele momento o Servo dos servos. A lógica divina, portanto contraria a lógica humana, pois para Deus a humildade pressupõe um coração benevolente, que anseia servi a Deus e consequentemente expressar essa gratidão a Ele servindo aos irmãos em Cristo, através da benevolência do Altíssimo; a humildade como atributo de caráter foi à essência da vida de Jesus e de ministério terreno, e em semelhança Ele ensinou os seus discípulos a seguir seu exemplo de humildade e modéstia.
A um grande desafio para os cristãos nesta mensagem de Jesus, principalmente para a atual igreja pós-moderna, é como disse Davar Elohim “Eis um pecado da Igreja contemporânea: muitas CELEBRIDADES, ausência de SERVOS...”. A igreja foi constituída neste mundo para servi, ela é o canal de Jesus para a expansão do Reino de Deus, pois servi a Deus inclui oferecer assistência aos desamparados (Tg. 1:27), proclamar a mensagem de Cristo aos cativos (Mc. 16:15). Cumprir a missão integral da igreja seria, portanto expressar o amor de Deus em ações de louvor, gratidão e adoração que vão ser a característica marcante da humildade que reside no coração do servo fiel ao seu Senhor. Jesus conhecia os corações dos seus discípulos, e a soberba de seus pensamentos de vãs glórias humanas que tinham a intenção da obtenção de status elevados, esta tendência foi duramente combatida por Jesus, pois os discípulos deveriam ser semelhantes ao Mestre, à humildade residia em Cristo e foi expressa em todo o seu ministério como parte de seu caráter exemplar e Soberano. Devemos aprender com Ele esta importante lição e por em prática em nossa vida. Ser  servo de Deus e um grande privilegio que esta sendo menosprezado por muitos; hoje em dia muitos daqueles que se dizem seguidores de Cristo estão deixando de serem servos obedientes a Deus, para se auto proclamarem senhores, menosprezam a autoridade bíblica de seus superiores eclesiásticos, advogando para si o direito de uma falsa liberdade cristã, que na verdade é um reflexo das tendências pós-modernas de distanciamento da verdade bíblica. Devemos como cristãos vigiarmos esta tendência contemporânea de desordem, pois estaremos cumprindo nossa missão expressando o amor de Deus com compromisso à ortodoxia bíblica combatendo o legalismo teológico, desta forma demonstraremos que desejamos receber de Deus suas instruções de forma plena e exclusiva pela Escrituras Sagradas.
 Tenho aprendido que o servo de Deus deve ter anseio e desejo ardente de servi a Cristo compulsoriamente.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Depressão

Por Guilherme M. Damasceno
         Serão apresentadas nesta proposta de aconselhamentos duas visões, a primeira médica, ligada ao antropocentrismo acadêmico psicológico, que não contraria as Escrituras, no entanto é inferior a analise teológica que é extremante bibliocêntrica, posteriormente a conclusão trará a proposta de um aconselhamento eficiente e eficaz.

Analise médica
Depressão não é tristeza. É uma doença que precisa de tratamento. Cerca de 18% das pessoas vão apresentar depressão em algum período da vida. Quando o quadro se instala, se não for tratado convenientemente, costuma levar vários meses para desaparecer. Depressão é também uma doença recorrente. Quem já teve um episódio na vida, apresenta cerca de 50% de possibilidades de manifestar outro; quem teve dois, 70% e, no caso de três quadros bem caracterizados, esse número pode chegar a 90%. A depressão é uma patologia que atinge os mediadores bioquímicos envolvidos na condução dos estímulos através dos neurônios, que possuem prolongamentos que não se tocam. Entre um e outro, há um espaço livre chamado sinapse, absolutamente fundamental para a troca de substâncias químicas, íons e correntes elétricas. Essas substâncias trocadas na transmissão do impulso entre os neurônios, os neurotransmissores, vão modular a passagem do estímulo representado por sinais elétricos. Na depressão, há um comprometimento dos neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento normal do cérebro.
 Tristeza é um fenômeno normal que faz parte da vida psicológica de todos nós. Depressão é um estado patológico. Existem diferenças bem demarcadas entre uma e outra. A tristeza tem duração limitada, enquanto a depressão costuma afetar a pessoa por mais de 15 dias. Podemos estar tristes porque alguma coisa negativa aconteceu em nossas vidas, mas isso não nos impede de reagir com alegria se algum estímulo agradável surgir. Além disso, a depressão provoca sintomas como desânimo e falta de interesse por qualquer atividade. É um transtorno que pode vir acompanhado ou não do sentimento de tristeza e prejudica o funcionamento psicológico, social e de trabalho.
 Em geral, o indivíduo com depressão reconhece que está sendo afetado por algo novo, diferente das outras experiências de tristeza que teve na vida. A família pode identificar o comportamento do deprimido pela mudança de atitudes, porque ele deixa de ser o que era, deixa de sentir alegria, apresenta queda de desempenho e passa a agir de forma diferente da habitual.


Analise Teológica.
Há um conceito que tem se alastrado no meio evangélico e que compreende a depressão como patologia, ao invés de entendê-la como algo relacionado ao comportamento, ou seja, não como causa e sim consequência de algo que está acontecendo no íntimo do indivíduo, seja este de causa biológica ou emocional.
Nas Escrituras, os sentimentos associados à depressão são descritos como um semblante descaído (Gênesis 4:6), um espírito abatido (Provérbios 17:22, 18:14), tristeza (Provérbios 15:13), desespero (Salmo 42:11), um coração quebrantado (Salmo 147:3); fardos pesados de iniquidade (Salmo 38:4), luto (Salmo 38:6), peso que faz encurvar (Salmo 38:6), tristeza a ponto de verter lágrimas (Salmo 119:28) ou desfalecimento (fraqueza ou desmaio) (Efésios 3:13; Hebreus 12:3). No Salmo 38, Davi descreveu vários sintomas e sentimentos relacionados com "estar deprimido": Ninguém está completamente imune aos sentimentos depressivos como vemos em I Coríntios 10:12-13. Muitos personagens bíblicos também experimentaram aquilo que hoje seria classificado como "depressão", mas o fator que desencadeou a depressão em suas vidas foi uma ênfase no "eu", que os conduziu ao pecado e este, por sua vez, é que os conduziu à "depressão".
É evidente que, em certos casos, disfunções orgânicas podem desencadear sintomas depressivos, porém muitos distúrbios (temporários ou crônicos) comumente definidos como depressão, são de fato uma consequência de hábitos não bíblicos e ou reações pecaminosas para com circunstancias ou pessoas.
O cuidado físico adequado é essencial para o cumprimento do plano de Deus, conforme I Coríntios 6:20 e Filipenses 1: 20. É importante submeter-se a um diagnóstico médico sempre que houver a suspeita de algum problema físico e dar prosseguimento ao tratamento adequado, no entanto, é importante lembrar que o crente ainda assim será responsável por responder de forma bíblica diante de qualquer dificuldade independente de seus sentimentos, segundo o exemplo de Jeremias em Lamentações 3:31-32, e do apóstolo Paulo em II Coríntios 12: 7-10.
Se em meio às dificuldades físicas o crente agir com responsabilidade (o que inclui buscar assistência médica apropriada) e praticar o amor bíblico em todos os seus relacionamentos, o crente agradará a Deus, provará do Seu cuidado amoroso e será fortalecido. Se tudo isso o crente observar com cuidado, como poderia a depressão estar presente em sua vida? (Gen. 4:7; Salmos 34:19; 37:23-24; 119:143; 147:6; II Cor. 12: 9-10; Fil. 2: 3-8; 4:13 e 19; Tiago 1:25).
Estas são questões muito presentes no seio das igrejas locais da atualidade, não só no Brasil, mas em todo o mundo. O problema é que poucas vezes se tem dado uma resposta bíblica firme e coerente diante da avalanche de conceitos humanos no exercício do aconselhamento cristão. Uma advertência de grande contribuição para um posicionamento bíblico efetivo é o livro Introdução ao Aconselhamento Bíblico de John F. MacArthur Jr. e Wayne A. Mack, o qual transcrevo um trecho do primeiro capítulo:
“Em anos recentes, entretanto, surgiu dentro da Igreja um forte e bastante influente movimento que procura substituir o aconselhamento bíblico no corpo da Igreja pela 'psicologia cristã' - técnicas e sabedoria adquiridas a partir de terapias seculares e aplicadas por profissionais que recebem por seus serviços. Os que têm liderado esse movimento, via de regra, soam levemente bíblicos. Isto é, eles citam as Escrituras e misturam idéias teológicas aos ensinamentos de Freud, Rogers, Jung, ou qualquer escola de psicologia secular que, porventura, sigam. O movimento em si, entretanto, não está conduzindo a Igreja a uma direção bíblica. Vem, sim, condicionando os cristãos a pensar no aconselhamento como algo que deva ser reservado a especialistas bem treinados. Tem aberto a porta para uma variedade de teorias e terapias extrabíblicas. Na verdade, tem deixado muitos com o entendimento de que a Palavra de Deus é incompleta, insuficiente, obsoleta e incapaz de oferecer ajuda aos mais profundos problemas emocionais e espirituais das pessoas. Esse movimento tem impelido milhões de cristãos a buscar ajuda espiritual longe de seus pastores e irmãos na fé, introduzindo-os nas clínicas psicológicas. Ele tem dado a muitos a impressão de que se adapta a métodos seculares, o plano de doze passos por exemplo, pode ser mais útil que os meios espirituais que visam a afastar as pessoas de seus pecados. Resumindo, ele tem diminuído a confiança da Igreja nas Escrituras, na oração, na comunhão, e pregação como meios por intermédio dos quais o Espírito de Deus opera para transformar vidas.”
O perigo de um desprezo pelas Escrituras é reforçado pelo irmão J. Adams que, em seu livro Conselheiro Capaz, aborda com muita propriedade o assunto dos problemas da alma. Adams procurou respostas na psicologia a fim de aprimorar o ministério de aconselhamento, no entanto, grande foi sua decepção ao descobrir que a maioria dos conselheiros cristãos recomendava princípios e métodos antagônicos às suas convicções evangélicas. Como pastor, Adams não podia admitir tratar do problema do pecado como se fosse uma doença.
Um outro autor muito conhecido no meio evangélico, o irmão Dave Hunt, em seu livro Escapando da Sedução, escreve:
“Vemos mais uma vez o triste resultado de interpretar a Bíblia com base em crenças pré-determinadas - e, infelizmente no caso da psicologia, de crenças a respeito das quais nem mesmo os "especialistas" conseguem concordar, e que não deram prova de funcionar (em muitos casos, na verdade, deram prova de não funcionar). A psicologia cristã é uma tentativa de realizar um ato de equilibrismo, com um pé na Rocha firme, Jesus Cristo, e o outro na areia movediça do humanismo.”
O amado pastor Infante em seu livro O Pastor nestes Tempos Difíceis é enfático quanto à sutileza do pensamento do mundo que se faz de inofensivo e contamina a Igreja. Ele diz:
“Estamos exercendo o ministério em tempos difíceis, onde os valores invertidos na sociedade adentram em muitas igrejas. A música, moda, ecumenismo, maçonaria e tantas outras coisas mundanas são encaradas como coisas inofensivas à sã doutrina. Onde os Atalaias? A Palavra de Deus condena a imitação das coisas do mundo!”.
É exatamente nesses termos que a sutileza da idéia que depressão é uma doença e que a psicoterapia não tem nada de mais e é uma ajuda importante no combate à esse mal torna-se uma mancha na suficiência da Palavra no processo de santificação do crente e um golpe fatal na dependência de Deus e obediência necessária que encontramos no exemplo das Escrituras:
“Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele, Arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças. Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” Colossenses 2: 6-9.
Conclusão

Existem algumas coisas que aqueles que sofrem de depressão podem fazer para aliviar a sua ansiedade. Eles devem se certificar de que estão permanecendo na Palavra, mesmo quando não sentem vontade. As emoções podem nos desviar do caminho, mas a Palavra de Deus permanece firme e imutável. Nós devemos manter forte a fé em Deus, e nos aproximarmos dEle ainda mais quando sofremos provas e tentações. A Bíblia nos diz que Deus jamais permitirá que sejamos tentados além do que possamos suportar (1 Coríntios 10:13). Apesar de estar deprimido não ser um pecado, uma pessoa ainda é responsável pela forma como responde à aflição, incluindo a busca pela ajuda profissional de que precisa. “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hebreus 13:15).

Fontes de pesquisa: 
Ricardo Moreno é médico psiquiatra e professor do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo. http://drauziovarella.com.br/audios-videos/estacao-medicina/depressao-doenca-que-precida-de-tratamento/
Prof. Humberto Alcantara de Oliveira é Bacharel em História pela PUC São Paulo, membro do Templo Batista de Indianápolis professor do S.B.E. e do curso de Autoconfrontação. 
http://solascripturatt.org/SeparacaoEclesiastFundament/DepressaoNaoEhDoenca-HADeOliveira.htm

A Importância da Humildade - 2° Parte.

Definindo Humildade

Por Guilherme M. Damasceno
A palavra humildade vem do latim humilitas e significa a capacidade de reconhecer os próprios erros, defeitos ou limitações. Seria uma demonstração de respeito, submissão, simplicidade, sofisticação e sobriedade. A humildade se constitui, portanto como um dos fundamentos, para mantermos a comunhão com Deus, é uma das evidencias do caráter de Cristo.
“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.” Filipenses 2:3.
Se o nosso coração for igual ao de Cristo, será sempre inclinado a Soberana vontade de Deus, repudiará a preguiça, comodidade e o conforto de servi a Deus relapsamente, teremos uma consciência purificada do engano maligno de um aparente fracasso, e passaremos a enxergar a vitória e honra  em ser simplesmente  um humilde servo de Deus.
A honra de ser um servo de Cristo é superior á posição de qualquer Imperador, pois todos os homens do mundo apesar de ostentarem riqueza, poder e clamou, não poderiam guardar em seus cofres uma gota se quer dos oceanos de riqueza, poder e glória da magnitude das propriedades exclusivas de Jeová.
Tudo na vida é belo! Nossa percepção é que às vezes falha, até os cardos e espinhos revelam a beleza do contraste da vida. Superação, esperança e determinação fazem do diligente um "herói", o que seria dele, sem as pedras no caminho? Precisamos valorizar mais os benefícios da vida. Em Cristo temos a oportunidade de crescer na graça e no conhecimento, superando desafios, a humildade e essencial nesta constante dependência do Espírito Santo, a honra virá com o tempo, mas o maior desafio porém, se constitui em andar dignamente no caminho do Senhor, tributando a Ele toda honra, glória e louvor.
“Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” Romanos 11:36.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A Importância da Humildade - 1° Parte.

Por Guilherme M. Damasceno 

Em um mundo pós-moderno onde a tendência natural e o distanciamento do individuo com o compromisso da vida comunitária e o incentivo ao individualismo egocêntrico da personalidade humana, definir princípios éticos para a sociedade atual e um grande desafio, no entanto quando á uma fundamentação bíblica para os princípios de ética cristã nos parâmetros sociais o abismo existente entre teoria e prática podem ser superados pela ponte da comunidade cristã, ou seja, pelo papel da Igreja do Senhor Jesus cumprindo sua missão de forma integral.
Vivemos em um mundo egoísta, o importante e estar bem e conquistar os objetivos individuais, passando por cima de quem quer que seja, para obter sucesso, essa naturalmente é a lógica social do mundo pós-moderno; o ser humano busca dentro de si respostas para suas inquietações, desprezando a influencia externa, compreende que é o ser mais sábio para reger a sua vida, já que ninguém melhor que o próprio individuo para compreender a si mesmo, com isso menospreza os desígnios de Deus e a autoridade bíblica para dirigir e transformar a sua vida, a “síndrome de narciso” atinge grande parte da população mundial e infelizmente a manifestação desta enfermidade psíquica ocorre de maneira geral na Igreja Cristã e, portanto precisa ser tratada, é por esse motivo que o  Apostolo Paulo orienta aos cristãos Romanos que vivam em equilíbrio “Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu.”  Romanos 12:3.
Humildade, portanto é a característica essencial de um coração puro, sincero, honesto e integro diante de Deus. Em toda a bíblia encontraremos exemplos de servos humildes que receberam reconhecimento e honra devido trilharem o caminho da humildade. O portal divino da honra é a humildade “O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade.” Provérbios 15:33; por este motivo e tão importante estudar as evidencias bíblicas, e a importância da humildade do homem de Deus diante dos propósitos divinos para sua vida, neste estudo encontramos uma constante ambiguidade da relação da ética cristã e a ética social de um mundo pós-moderno, pois a sociedade contemporânea é soberba, egoísta e egocêntrica,  a ética cristã no entanto preza pela humildade, humanidade e modéstia. Com o conhecimento da verdade divina poderemos trilhar o caminho da honra de Deus e viver de forma plena em Cristo, “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” João 14:6, Ele é aquele que tem poder para transformar o caráter do homem e torna-lo um servo de Deus autentico, através de sua Palavra transforma o homem mais soberbo em um servo temente e humilde.
Para ser humilde, portanto é preciso viver uma vida integralmente em Cristo. “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” Gálatas 2:20.
Sonhe com ousadia, invista em grandes projetos, mas tenha humildade para começar pequeno e receber descrédito.